Numa das salas vazias da escola primária, já no final da tarde, quando o sol tem um vermelho mais ardente, Sumiko põe sua mão dentro de sua calcinha e pensa em seu professor. A mão encharcada mostrava que seus pensamentos iam muito além de um amor de aluna.
Suas mãos não bastavam mais, seus pensamentos eram fortes demais. Ela vai até a porta e põe apenas a sua cabeça do lado de fora pra ver se há alguém indo ou vindo pelo corredor. Não avistando ninguém, jeitosamente fecha a porta segurando a maçaneta para não fazer o mínimo barulho.
Tira a blusa de colegial, abre a saia e deixa que ela desça pelas suas pernas lisas de menina, lisa, macia e com poucos pêlos. Tira a calcinha molhada pelo desejo de um homem mais velho em seu corpo, vestindo apenas o sutiã e as meias de colegial.
Vai até a sua mochila e pega seu vibrador. A melhor troca que fez na sua vida. Sumiko cambiou todo seu empenho e esforço para aprender a matemática do terceiro ano do 2º grau para ajudar Laila com suas dificuldades contábeis. Laila, como conseguiu se formar e ir direto para a faculdade, deixou seu vibrador manual de herança e agradecimento para Sumiko.
Sumiko usava ele todas as tardes, no brilho rubro do pôr-do-sol enquanto pensava em seu amado professor. Ele era um pouco largo e nas primeiras vezes fez descer o sangue virginal da doce menina.
Mas ela não se importava, pois era através desse acessório que ela se sentia mais mulher para o homem mais velho por quem desejava ser violentamente possuída. Então, sem calcinha, pôs o artefato dentro de sua pequena buceta. Foi até a quina da mesa de seu professor, sentou ali mesmo e começou a rebolar o mais rápido que podia.
Ela sabia, que quanto mais forte e veloz fosse, mais prazer conseguiria. Depois de 15 minutos, numa aeróbica sexual intensa e gemendo baixinho como um filhote de gato acuado em um bueiro em dia de chuva ela tem seu primeiro orgasmo vespertino.
Cansada, pelo esforço empreendido até seu coito, Sumiko se deita na mesa de seu professor na esperança que o cheiro de seu suave orgasmo impregnasse na madeira escura de forma que ele conseguisse sentir seu cheiro e saber o quanto ela o amava. Deitada de barriga pra cima e usando a mesa como apoio para deixar suas penas abertas e flexionadas ela deixa seu líquido escorrer.
Nesta hora, o Sol já é passado e a luz que entra na sala é a dos postes da rua. Sumiko ouve um barulho de chave na maçaneta, inclina a cabeça para trás e vê a silhueta de um homem se trancando com ela na sala onde tem aula todos os dias da semana.
Continua...
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