Deixando seu rosto clarear, Borges o professor de história de Sumiko, um homem de meia idade, cabelos já grisalhos entra na sala. Vê a menina deitada de pernas abertas em sua mesa de trabalho. Aproxima suas mãos do rosto da menina e com um leve toque desce sua mão pelo corpo magro e delicado da garota até chegar na xereca molhada. Sumiko, com as maçãs do rosto rosadas de vergonha deixa uma lágrima cair de seus olhos enquanto tenta explicar ao seu professor o que ela fazia ali naquele estado.
O professor não a olha nos olhos, e enquanto procura algo dentro dos bolsos de seu paletó pede para que a ninfeta saia de sua mesa. Ela timidamente se levanta no mesmo momento que ele acha seu fio de naylon Ele vira a menina de costas e amarra seus braços pra trás, enquanto lentamente passa a sua língua quente e molhada na nuca da menina, deixando ela cada vez mais excitada. Ele faz com que ela ajoelhe de frente pra ele, abre suas calça e empurra seu pau duro e seco pela boca da garota.
Ela chorando de vergonha e emoção, engole o pau do professor Borges com uma fome que ambos jamais pensariam existir. De fora, apenas as corujas da árvore em frente a janela do segundo andar da escola ficavam como testemunhas do sonho que Sumiko estava realizando. Cansando da boca da adolescente em seu cacete o professor a levanta e a deixa de quatro em cima da mesa onde Sumiko antes gozava apenas com a sua solidão.
O Pau molhado entrava no cú de Sumiko causando um misto de dor e prazer. O professor a xingava baixinho no pé de seu ouvido enquanto baforava seu cigarro Dunhill, fazendo com que Sumiko implorasse para que ele a devorasse ainda mais.
Depois de ter gozado bastante no cú da menina, o professor que media 1,92m de altura cortou o nylon que quase cortava a pele da menina. Deitou-a de frente para ele, arrancou seu sutiã enquanto enfiava seus quatro dedos na buceta da menina. Fazendo com que ela gozasse em sua grande mão.
Com seus dentes ele mordia suavemente os mamilos da garota, que estavam duros de uma tarde de prazer. Depois de brincar bastante com seus dedos no corpo da garota, ele ficou de frente pra ela, colocou as pernas delas no seu ombro e enfiou o pau nela com toda força que podia.
A menina que entre um baixo gemido e outro, inciava outro orgasmo e gritava por mais. E, quanto mais forte ele enfiava, mais forte ela pedia. Depois de ter fudido a garota e ter se saciado no corpo macio e branco, Borges fechou o ziper de sua calça virou as costas pra Sumiko, foi a té a porta, destranco-a e seguiu para sua casa onde sua família o esperava pra jantar.
Sumiko, naquela noite, trancou-se em seu quarto, despiu-se e se cheirava enfiando seu dedo anelar direito na sua buceta pra ter ainda o que restava do orgasmo do professor dentro de si. Assim, ela chorou e desejou que seu sonho se realizasse mais vezes.